Capítulo Um - A Ilha dos Desafios

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Setembro 22, 2018, 05:23:29 pm

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Autor Tópico: Capítulo Um - A Ilha dos Desafios  (Lida 18379 vezes)
Wyczek
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Space Gnome

« Responder #368 Online: Agosto 05, 2018, 09:57:11 am »

Retha; Vanessah, Cael

Um pouco surpresa, Syllence olha pra trás, na sua direção, e fica a fitando em silêncio por uns segundos que pareciam demorar demais pro seu gosto... ela então declara: — Eu não quero nada. Agora, se você conseguir pensar em algo de útil pra Allegro, então eu agredeceria; e saberei recompensar você! — Os Elfos Negro pareciam pensar de um modo um pouco "intenso" demais, em leis sociais de dívida e de retribuição, até mesmo nos detalhes aparentemente mais triviais da vida...! Afinal, o que haveria demais em fazer um pequeno favor qualquer...? Era difícil para você entender; os adultos em geral aliás!




Descendo pelas escadarias por onde vieram, encontram a taverna mais vazia do que antes; pelo visto, muitas pessoas se retiraram enfim para seus afazeres cotidianos na pequena cidade de Arkhóreas e talvez só regressariam ao entardecer ou quem sabe noutro dia. Cael aproveitava para lhe contar sobre o que tinham aprendido sobre o Desafio até aquele momento. Não muita coisa, por incrível que pareça, ainda que tenham conversado diretamente com o responsável pelo evento na Ilha dos Desafios, um tal de Sr. Graadmonz, descobriram também que a vida cotidiana em Arkhóreas estava sendo afetada de forma extrema por alguma série consecutiva de adversidades estranhas, dentre as quais uma espécie de hostil embargo comercial dos Piratas da Vastidão que estava a dizimar lentamente a economia insular, sem falar da agressão a toda e qualquer embarcação que sai ou que vem para a ilha — o que explicaria a tragédia do navio de vocês, o qual era ansiado por todos os habitantes, originalmente só por conta do Concurso, porém, depois da sucessão de infortúnios, a chegada dos grupos de desafiantes passou também a ser vista como uma ligeira esperança para ajudar a reverter os problemas locais. — Por conta dessas calamidades todas, my lady Retha — disse Cael — a própria ideia do Concurso, que era pra ser uma festa, está agora comprometida. Então, precisamos apenas decidir até hoje a noite aqui [na taverna], se vamos permanecer no Concurso... ou abandoná-lo de vez. Afinal, somos o único grupo de desafiantes que chegou vivo. Isso é... bem triste. — lamentou.

Vanessah, que não poderia ficar quieta por muito tempo, diz, quando vocês saem para a rua da frente da Taverna dos 7 Mares: — Ahh, né! Mas ninguém mais tem coraçãozinho pra esse Concursinho bobo, né?? Tanta coisa pra fazer de bom aqui, minhas lindinhas e lindinhos!! Não vamos trabalhar a toa né...?? O que você acha, Retinha???....... AHHH!!! Mas porque tanto PEEESOOOOO?!?!? — ela olhava para você aflita. Você fica meio perdida, até que percebe algo de.... engraçado: Você tinha certeza que tinha deixado sua mochila de forja no quarto...! Só que não. Você estava tão habituada a carregar aquele monte de apetrechos pra lá e pra cá, ainda mais nesses últimos tempos de viagens incessantes, que você simplesmente era incapaz de tirá-la das costas, exceto talvez para dormir ou descansar! E tinha horas que até pra comer você não a retirava de si! Pois desta vez, foi algo assim e você começa a se lembrar vagamente: "Espera aí...! Acho que vou levar meu martelo de prata também; é tão leve...! Já sei! Vou levar as tenazes média... porque, nunca se sabe, né? O esmeril a manivela portátil é ótimo também de carregar...! E um pouco de carvão, vai que preciso fazer fogo forte e prolongado...! AH!! Quer saber? Vou levar a mochila de forja inteira então!" E foi algo assim que lhe sucedera, Retha a artesã. No entanto, se havia uma coisa com a qual você estava particularmente intrigada e receosa de deixar para trás, era aquela folha rasgada de um livrão empoeirado que você pegou de um baú do Pondé; nessa folha, havia a imagem de um Golem metálico, e algumas instruções sobre seu intrincado processo de forja. Um Golem, que é uma criação artificial poderosíssima, encantada magicamente; e tudo isso, por contraditório que pareça, não uma obra de magos ou feiticeiros, mas de artesãos lendários ancestrais, que resolveram deixar sua marca eterna no mundo! Então, de fato, aquela lista estava num dos bolsos laterais de sua mochila especial, e fazia um tempo já você não teve a ocasião de dar uma boa estudada nela... Será que esta saída agora vai ter tempo?
« Última modificação: Agosto 05, 2018, 10:07:17 am por Wyczek » Registrado
JP Vilela
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« Responder #369 Online: Agosto 10, 2018, 05:46:48 pm »

Mas era claro que iria fechar aquele negócio. Um homem tem suas prioridades, e no momento aquela era uma das maiores. Acenou com a cabeça guardando a lista de compras da estranha e pegando sua leve bolsa com moedas.

O valor  não importava muito, contando que o preço lhe parecesse justo. Era assim que o forasteiro operava, se ficasse sem dinheiro, trabalharia ali e conseguiria mais, tinha plena confiança em sua capacidade como profissional.

Retirou o valor e estendeu o punho para o mercante, para fechar negócio.

- Shukraan! - agradeceu com sua saudação desprovida de fluidez ou elegância. Ao erguer-se jogou a calça sobre um dos ombros, acenando em despedida para o homem touro. Virou-se  olhando na direção apontada.

Matutava que não conseguir achar leite era compreensível, já que estavam em uma ilha provavelmente não era algo que poderia ser obtido quando se quisesse. Sabe-se lá quantos mamíferos os moradores criavam em um espaço limitado. Deu de ombros pensando que quanto a isso a mulher desconhecida teria que se virar, ao em vez de deliberadamente delegar sua feira a uma pessoa aleatória... O que agora começava a soar suspeito na mente conspiratória do jovem mercenário.

Sacou o resto da listinha e rumou a outra parte do mercado, passando por várias barracas mostrando a lista para as pessoas que ali vendiam coisas, esperando que esses lessem em voz alta o conteúdo para o forasteiro finalmente entender o que eram e se livrar dessa atividade inusitada.

« Última modificação: Agosto 10, 2018, 05:48:06 pm por JP Vilela » Registrado
Ninna N. P. Gomes
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« Responder #370 Online: Agosto 13, 2018, 07:52:26 pm »

Droga, se não há outros competidores, então não há concurso... Vamos ter que desistir. — Retha se frustava por não ter pensado por esse lado antes, enquanto entrava na ilha. Mas agora um pouco mais ciente da situação onde o grupo se encontrava, parecia não haver muitas opções. Colocava uma mão no queixo de forma pensativa e a outra no quadril. "Vamos ver... Os piratas vão continuar a saquear e a fazer o que querem se nada for feito contra eles... O que pode ser feito? Há alguma guarda do mar contra eles? Alguma coisa?" Pensava examinando, mas um frio passava na espinha quando lembrava da noite do ataque ao navio. Ela não gostaria de passar por aquele terror novamente, por mais que gostasse de historias de heróis e ser como um, a sua impotência estava muito evidente em frente ao perigo. Talvez com algo a mais, aquela página...

Todavia, tudo aquilo era substituído pela exclamação da fada quanto aos seus pertences. Novamente a falta de desapego manifestava novamente na criança, mas teimosa como era, levou quase tudo outra vez. Respondendo com um humor mais animado:
Ora, isso? — Gesticulava para a mochila e dava de ombros para Vanessah.
Estou acostumada, talvez eu adquira tanto fôlego quanto esse elfo aqui, quando eu crescer. — Retha dava um tava leve no braço de Cael, enquanto todos estava a caminho à cidade. Mas antes que estivessem fora da estalagem, Retha para bruscamente entre os companheiros.
Espera! Esqueci de algo. — A criança avança até o balcão a procura do estalageiro.
Ô moço, eu gostaria de mais água, por favor?
« Última modificação: Agosto 20, 2018, 12:02:02 am por Wyczek » Registrado
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