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Pokémon - RPG / Re:Cidade de Pallet
« Última Mensagem: por Danny Online Fevereiro 17, 2018, 11:47:32 pm »
Damian ainda estudava as prováveis causas da chuva que caía, contudo, a preocupação para com Charmander ocupava em demasia sua cabeça, de forma que este deixou de lado toda e qualquer outra preocupação que não fosse o parceiro e sua cauda flamejante. A jaqueta do treinador era a única coisa que protegia a cauda do Pokémon flamejante.

Seus olhos buscaram o campo de batalha, e embora não tenha esboçado sequer um sorriso, ficou contente ao ver que grande parte dos inimigos haviam sido abatidos - isso até o momento em que Arbok ganhou espaço. Primeiro, a Rocket ordenou que Arbok trucidasse seus próprios companheiros de maneira brutal. O treinador semicerrou os olhos, evitando a imagem dos homens desfalecidos. Em seguida, tratou de observar os outros dois treinadores com seus Pokémon. - "Embora tenhamos saído vitoriosos, as chances são mínimas... Esse Arbok está pelo menos no level 22..." - Mordiscou o lábio inferior, temendo que não fosse capaz de vencer aquela batalha. Por último, Damian olhou para Charmander que - ainda que enfraquecido - mostrava-se corajoso diante do desafio, encarando o Arbok de forma desafiadora com o "Growl", emitindo uma baforada pelas narinas. (Charmander tem nariz? xD) - CHAAAAR!
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Pokémon - RPG / Re:Cidade de Pallet
« Última Mensagem: por tiago_rubrey Online Fevereiro 16, 2018, 08:13:07 pm »
Aura comemorou a vitória sobre o Rattata, entretanto, sua felicidade durou pouco. Com uma ação covarde, a mulher que parecia ser a líder daqueles recrutas ordenou que seu Arbok os atacasse, deixando-os em contato com uma possível morte. Estava horrorizada com aquele ato, como alguém podia atacar os próprios parceiros de equipe de maneira tão brutal. Respirou fundo, procurando controlar as palpitações que seu coração desferia contra seu tórax, franzindo os olhos de um modo mais indignado, exprimindo a perda de uma inocência que acabava de perder. - M-Mas... como isso é possível? - Olhou de relance para Nobuna e Damian, esperando que a força dos três combinadas pudesse dar conta do inimigo.

Rocky grunhiu, encarando a Rocket de forma desafiadora. Era um Bulbassaur de temperamento difícil e indomável, o que explicava sua postura por vezes impulsiva diante de alguns inimigos. Mesmo sem o pedido da treinadora, o monstrinho abriu sua boca e emitiu um forte rugido, utilizando o "Growl" para afugentar o pokémon cobra.
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Pokémon - RPG / Re:Cidade de Pallet
« Última Mensagem: por UrbanShark Online Fevereiro 14, 2018, 09:19:55 pm »
Quando o ultimo ataque fora dado, Yuu suspirou aliviado por um momento, enquanto via seu pokemon vitorioso correr na sua direção, o mesmo se abaixou e acariciou a cabeça do pokémon, levantou-se então e olhou a sua volta para analisar a situação e ao mesmo tempo já ir procurando uma rota de fuga.

Ver aquela mulher matar seus proprios aliados fez com que um calafrio percorresse sua espinha, o mesmo deu um passo para trás exitando aquele combate, talvez tudo que tivesse que fazer era segurar aquele Arbok até algum tempo, o problema é "e se ninguém aparecer".
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O Reino da Vastidão de Além-Mar / Re:Capítulo Um - A Ilha dos Desafios
« Última Mensagem: por JP Vilela Online Fevereiro 14, 2018, 02:41:38 pm »
Ao notar a listinha de compras, o viajante deu de ombros, não chegando a se incomodar muito com aquilo. Já sabia que teria que pedir ajuda de algum local para saber o que aquela mulher de atitudes no mínimo esquisitas queria para seu amoço... chá da tarde... jantar... ou seja lá qual fosse a refeição que quisesse fazer com aquelas compras.

Durante esses meses em que viajava já havia se tornado algo bem comum ter de parar alguém para pedir informações. Só tentava escolher alvos que tinham a cara mais amigável, para não ser passado para trás com informações incorretas, ou deliberadamente falsas. E para isso não havia pressa. As primeiras vezes que havia feito isso fora um tanto assustadoras, mas conseguiu chegar até aqui se virando dessa forma e aprendendo um idioma novo no processo.

Seu real interesse a final de contas era arrumar um novo turbante para proteger sua pele manchada do sol, que não era muito diferente em intensidade de sua terra natal. Aquele tipo de peça  de vestimenta era uma parte constante do seu vestuário a anos, e quando estava forçado a andar por ai sem, se sentia estranho.

Adentrava no mercadinho local, passando pelas diversas barracas e conferindo o que era comercializado por ali. Mais uma vez se lembrando de Vel'Parl e comparando as localidades. Diferente daquela ilha, os mercados era enormes e capazes de sobrecarregar os sentidos de quem passeasse por entre as tendas de cores berrantes, os barulhos dos vendedores gritando, competindo com suas vozes pela atenção dos transeuntes, e os cheiros que iam dos mais agradáveis perfumes e sabonetes a odores que era melhor nem saber de onde estavam vindo, tudo isso misturado em um caos efervescente.

Era bom fazer compras em um lugar pacato para verear, e sem pressa o estrangeiro se aproximou-se de uma tenda onde podia ver alguns tecidos e roupas sendo vendidas. Despretensiosamente, passava a mão por alguns, sentindo a textura dos materiais com os quais eram feitos.
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Pokémon - RPG / Re:Cidade de Pallet
« Última Mensagem: por Eilchen. Online Fevereiro 12, 2018, 02:14:27 pm »
Damian
No meio da chuva forte, o Charmander e sua treinadora ficam com molhados. As chamas do Pokémon se movem de forma aleatória. Em alguns momentos a chama está no estado normal, em outros momentos a chama se enfraquece pela chuva.

Charmander está mais exausto pela chuva do que pela batalha. O Rattata cai a frente do Pokémon após a batalha. Vitória linda para o Pokémon de fogo.

Nobuna
A chuva para Squirtle se torna...... uma chuva divina para o Pokémon. Perfeita para o Pokémon de água, mesmo sem estar desenvolvido cada gota é perfeita para o Pokémon. Especialmente com as asas do Zubat molhadas. Squirtle vs Zubat a batalha continua.

Com um ataque direto, Squirtle usa o tackle derrubando seu adversário com um ataque final.   

Aura

A batalhava continua, a chuva aumenta. Para o Pokémon de grama a chuva nesse instante não afetava. Rattata continua firme na batalha. Com uma velocidade maior, Bulbassaur usa sua investida correndo para atacar o Rattata. Com ataques superiores e mais fortes Rocky termina essa batalha com seu ataque.

Rockets:

Agora só ficou a chefe e seu Arbok, todos os outros foram vencidos. 
Os Rockets derrotados entram em desespero. Não acreditam que apesar de estarem em maioria foram derrotados. Eles chamam seus pokémons para a pokébola e correm em direção ao barco. Quando eles veem a mulher, param de correr com medo. Recuam alguns passos.

- Vergonha, vocês são uma vergonha para a Equipe Rocket.

- Arbok! Essa vergonha deve ser apagada da história, não podemos permitir que ninguém espalhe essa derrota dos Rockets.. – Arbok com um movimento rápido ataca todos os Rockets, mordendo eles e deixando os possivelmente mortos ou em coma.

A chefe que comandava o pequeno grupo, se posiciona a frente de vocês. Com o Arbok para atacar Charmander, Bulbassaur e Squirtle.

- Agora é minha vez!

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O Reino da Vastidão de Além-Mar / Re:Capítulo Um - A Ilha dos Desafios
« Última Mensagem: por Ninna N. P. Gomes Online Janeiro 24, 2018, 02:44:18 pm »
A janela aberta dava vista apenas ao vastidão azul do mar, revelando apenas alguns pontos interessantes da ilha, mas sendo impossível ver a cidade. Retha fechou os olhos para sentir a brisa no rosto, quando teve um leve sobressaltou pelo despertar repentino da fada e do elfo ruivo. Ela olha para cima, falando com a fada:

– O que foi isso? Já recuperaram as forças com, o quê, minutos de sono?... Eu não fiz barulho, eu acho.

Retha se distanciava da janela, surpresa pela (suposta ou não) magia da fada, para ir ate a ponta da cama de Cael, quase que de forma abrupta. Com os olhos brilhantes de curiosidade e quase pulando para sentar na cama, ela cruza as pernas no colchão, apoia os cotovelos em cada joelho e olha para Cael. Aquele comportamento da garota era comum quando queria ouvir uma historia a qual interessava:

– E ai, como foi o "sonho de fadas"? Foi o seu futuro? Ou seu passado? Ou melhor, um desejo seu se realizando? Ou a Vanessah apenas lhe apagou e despertou, nem permitindo sonhar?
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O Reino da Vastidão de Além-Mar / Re:Capítulo Um - A Ilha dos Desafios
« Última Mensagem: por Wyczek Online Janeiro 24, 2018, 01:54:47 am »


Iyas

O sol a pino do início da tarde na ilha começava a aquecer o solo e as ruas da cidadezinha de Arkhóreas; o Mercado não setaria muito longe; pela orientação solar, você percebe que a rua da Taverna dos 7 Mares, a qual você pega novamente, é Leste-Oeste, e depois você chega na encruzilhada em que, para o Sul, havia as largas escadarias em direção à praia, e, ao Norte, seguindo talvez mais de 150m em diante ao longo de uma rua larga de terra com esparsa grama e uma série de lajotas claras e semeadas de forma relativamente ordenada, ladeada por algumas árvores e alguns poucos casarões sem entradas, isso desembocava numa larga praça, com uma fonte d'água central, e algumas diversas tendas de comércio improvisadas por cá e por lá, e até que algum movimento não insignificante para um local tão remoto... Talvez seria possível contar umas 20 pessoas que por ali circulavam...?
Além da larga praça comercial, mais ao Norte erguia-se um altíssimo monte crescente, mas não muito íngreme; antes da ladeira mais inacessível, no entanto, um pouco acima da altura da praça, havia uma mansão com grande pátio frontal e que parecia ter uma relevância grande para a cidade; talvez uma Prefeitura ou Centro Administrativo. A Oeste e a Leste, abriam-se vias largas e importantes, mas com relativamente pouca circulação - a maioria das pessoas estavam concentradas na praça mesmo, fazendo compras e negócios, ou simplesmente jogando conversa fora em duplas ou pequenos grupos; chapeus de palha ou couro, bandanas e lenços nas cabeças, ou as próprias lonas listradas das tendas mercantis, eram disseminados pelas pessoas dali, provavelmente por conta da intensidade da luz solar, na Vastidão.

Você abre a sacola de pano da dona, e, mediante o tintilar de moedas ao fundo, encontra, antes de mais nada, um rolo de um papel espesso e duro, com uma lista de inscrições numa caligrafia decente... mas claro, impossível para você decodificar...! Haveria ali talvez uns 6 itens para comprar, seria...?
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O Reino da Vastidão de Além-Mar / Re:Capítulo Um - A Ilha dos Desafios
« Última Mensagem: por Wyczek Online Janeiro 24, 2018, 01:30:12 am »


Cael, Retha

Retha, de repente vê Cael se levantando num sobressalto, sentado na cama ainda sob as cobertas, e Vanessah caindo em direção ao chão ao lado da cama mas conseguindo evitar o choque com um curto vôo planante e raso... Os olhos de Cael estavam bem despertos.

Tanto Cael quanto Vanessah, tinham acordado de súbito - mal tinham ido dormir - de um suposto sono perfeito... como se tivessem dormido uma inteira noite como qualquer outra - ou talvez um pouco melhor do que qualquer outra -, e não se sentiam mais exaustos pelo fatídico naufrágio... Estranham a já não-ardência das órbitas oculares, e a leveza do corpo e da mente. Vanessah levitava então lentamente para cima, olhando ao redor com curiosidade, buscando as pessoas; enxergou Retha, percebeu o vulto escondido de Allegro, viu Cael acordando, ficando em dúvidas de quanto tempo tinham realmente dormido... olhou pela janela, suspeitando de algo; e depois para Syllence, que, esta sim, parecia dormindo profundamente.
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O Reino da Vastidão de Além-Mar / Re:Capítulo Um - A Ilha dos Desafios
« Última Mensagem: por JP Vilela Online Novembro 15, 2017, 12:37:49 am »
O jovem homem estreitou olhar, fitando o horizonte, que no momento não passava das paredes daquela casa, enquanto torcia os lábios por uma fração de segundos. Ponderava em tudo aquilo que seus pensamentos o traziam sobre a situação. Desfez aquela cara ligeiramente emburrada em uma expressão neutra, olhando para a senhora desconhecida de maneira agora decidida, ou o mais decididamente que lhe era possível, uma vez que não chegou encontrar seu olhar com o dela sequer uma vez.

Deu dois passos adiante, estendendo a mão direita e já encontrava-se posicionado a receber o saquinho que a mulher havia mostrado. Acenou positivamente com a cabeça, mostrando que havia concordado com a proposta. A mulher então largou o saco, que foi pego sem nenhuma dificuldade pelo viajante.

- Escravo o que… - murmurava ranzinza de maneira inaudível, fitando o saquinho. Já se irritando com os próprios pensamentos…

Não bastava a raiva que o elfo ruivo o fez passar, aquele machucado estranho, agora sua mente estava querendo fazer paralelos que não iriam melhorar nem um pouco aquele dia… Dia que acabara de chegar em terra firme! Escapado de uma morte nada digna de náufrago à deriva. Era para se sentir grato por ter um futuro que não fosse ser comida de peixes e serpentes marinhas, em vez de ficar remoendo o passado. Não queria isso, não agora, e definitivamente não sem uma bebida bem forte para ajudar. Havia literalmente, tropeçando em uma oportunidade de ganhar uma gorjeta, sabe-se lá qual fosse a quantia... Mas isso deveria com isso esfriar mais a cabeça…  Ao menos esse era o plano e por isso que havia saído da taberna para começo de conversa.     

Deu alguns passos em marcha ré, voltando a erguer a cabeça em direção a local, enquanto guardava o saquinho dentro de sua camisa.

- Até - disse, no tom mais neutro possível.

Iyas então fez um de suas reverências desprovidas de qualquer fluidez ou elegância, curvando-se  brevemente em despedida e logo se endireitando. Então, virou-se na direção indicada e começou a rumar ao mercado tão procurado.
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O Reino da Vastidão de Além-Mar / Re:Capítulo Um - A Ilha dos Desafios
« Última Mensagem: por Ninna N. P. Gomes Online Novembro 13, 2017, 01:54:26 am »
A expressão confiante de Retha permaneceu ao ver a reação da criança drow com a pedra, mas a própria expressão mudou aos poucos, quando toda aquela ação passou por seus olhos. "Mas o quê...?!" Foi o primeiro pensamento dela em uma expressão de duvida, ainda refletindo a respeito. "Bem... Isso servirá! Depois recupero."

Fato é: A mochila dela, por hora, estava a salva. Também era a chance de arruma-la e achar um local para colocar, longe das mãos da Allegro caso Retha estivesse ausente. Sapeca por experiência, enquanto percorria os olhos pelo quarto, passava em sua cabeça onde ela poderia colocar a mochila e como a criança drow poderia tentar pega-la. Após achar o local infalível, segundo sua opinião -por sobre um armário- , ela apresentava certa disposição do que os demais lá dentro. Mas Retha não pretende passar o dia todo vigiando seus companheiros, como a própria fada comentou, em silêncio.

Enquanto seus colegas dormiam, e a outra brincava, ela recorda também do ultimo membro ainda não presente no quarto: O mercenário antissocial, Iyas. "Ué, cadê o malhado?" Mais uma pergunta sem resposta por aquele dia. "Pior, ainda não sei muito sobre o desafio desde de que me estabeleci aqui... Será que vamos precisar lutar até a morte pelo prêmio?.. ou talvez um labirinto? Parece excitante!... de inicio." A garota artesã decide ir até uma janela para receber a ventania do dia, tentando esvaziar a sua cabeça de tantas perguntas, ainda mais sem respostas imediatas. Após abrir um pouco, ela se encosta em um dos lados da janela, a tentar observar a cidade e o céu.
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