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O Reino da Vastidão de Além-Mar / Re:Capítulo Um - A Ilha dos Desafios
« Última Mensagem: por Ninna N. P. Gomes Online Agosto 13, 2018, 07:52:26 pm »
— Droga, se não há outros competidores, então não há concurso... Vamos ter que desistir. Retha se frustava por não ter pensado por esse lado antes, enquanto entrava na ilha. Mas agora um pouco mais ciente da situação onde o grupo se encontrava, parecia não haver muitas opções. Colocava uma mão no queixo de forma pensativa e a outra no quadril. "Vamos ver... Os piratas vão continuar a saquear e a fazer o que querem se nada for feito contra eles... O que pode ser feito? Há alguma guarda do mar contra eles? Alguma coisa?" Pensava examinando, mas um frio passava na espinha quando lembrava da noite do ataque ao navio. Ela não gostaria de passar por aquele terror novamente, por mais que gostasse de historias de heróis e ser como um, a sua impotência estava muito evidente em frente ao perigo. Talvez com algo a mais, aquela página...

Todavia, tudo aquilo era substituído pela exclamação da fada quanto aos seus pertences. Novamente a falta de desapego manifestava novamente na criança, mas teimosa como era, levou quase tudo outra vez. Respondendo com um humor mais animado:

— Ora, isso? Gesticulava para a mochila e dava de ombros para Vanessah.
— Estou acostumada, talvez eu adquira tanto folego quanto esse elfo aqui, quando eu crescer. Retha dava um tava leve no braço de Cael, enquanto todos estava a caminho à cidade. Mas antes que estivessem fora da estalagem, Retha para bruscamente entre os companheiros. — Espera! Esqueci de algo. A criança avança até o balcão a procura do estalageiro. — Ô moço, eu gostaria de mais água, por favor?
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O Reino da Vastidão de Além-Mar / Re:Capítulo Um - A Ilha dos Desafios
« Última Mensagem: por JP Vilela Online Agosto 10, 2018, 05:46:48 pm »
Mas era claro que iria fechar aquele negócio. Um homem tem suas prioridades, e no momento aquela era uma das maiores. Acenou com a cabeça guardando a lista de compras da estranha e pegando sua leve bolsa com moedas.

O valor  não importava muito, contando que o preço lhe parecesse justo. Era assim que o forasteiro operava, se ficasse sem dinheiro, trabalharia ali e conseguiria mais, tinha plena confiança em sua capacidade como profissional.

Retirou o valor e estendeu o punho para o mercante, para fechar negócio.

- Shukraan! - agradeceu com sua saudação desprovida de fluidez ou elegância. Ao erguer-se jogou a calça sobre um dos ombros, acenando em despedida para o homem touro. Virou-se  olhando na direção apontada.

Matutava que não conseguir achar leite era compreensível, já que estavam em uma ilha provavelmente não era algo que poderia ser obtido quando se quisesse. Sabe-se lá quantos mamíferos os moradores criavam em um espaço limitado. Deu de ombros pensando que quanto a isso a mulher desconhecida teria que se virar, ao em vez de deliberadamente delegar sua feira a uma pessoa aleatória... O que agora começava a soar suspeito na mente conspiratória do jovem mercenário.

Sacou o resto da listinha e rumou a outra parte do mercado, passando por várias barracas mostrando a lista para as pessoas que ali vendiam coisas, esperando que esses lessem em voz alta o conteúdo para o forasteiro finalmente entender o que eram e se livrar dessa atividade inusitada.

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O Reino da Vastidão de Além-Mar / Re:Capítulo Um - A Ilha dos Desafios
« Última Mensagem: por Wyczek Online Agosto 05, 2018, 09:57:11 am »
Retha; Vanessah, Cael

Um pouco surpresa, Syllence olha pra trás, na sua direção, e fica a fitando em silêncio por uns segundos que pareciam demorar demais pro seu gosto... ela então declara: — Eu não quero nada. Agora, se você conseguir pensar em algo de útil pra Allegro, então eu agredeceria; e saberei recompensar você! — Os Elfos Negro pareciam pensar de um modo um pouco "intenso" demais, em leis sociais de dívida e de retribuição, até mesmo nos detalhes aparentemente mais triviais da vida...! Afinal, o que haveria demais em fazer um pequeno favor qualquer...? Era difícil para você entender; os adultos em geral aliás!




Descendo pelas escadarias por onde vieram, encontram a taverna mais vazia do que antes; pelo visto, muitas pessoas se retiraram enfim para seus afazeres cotidianos na pequena cidade de Arkhóreas e talvez só regressariam ao entardecer ou quem sabe noutro dia. Cael aproveitava para lhe contar sobre o que tinham aprendido sobre o Desafio até aquele momento. Não muita coisa, por incrível que pareça, ainda que tenham conversado diretamente com o responsável pelo evento na Ilha dos Desafios, um tal de Sr. Graadmonz, descobriram também que a vida cotidiana em Arkhóreas estava sendo afetada de forma extrema por alguma série consecutiva de adversidades estranhas, dentre as quais uma espécie de hostil embargo comercial dos Piratas da Vastidão que estava a dizimar lentamente a economia insular, sem falar da agressão a toda e qualquer embarcação que sai ou que vem para a ilha — o que explicaria a tragédia do navio de vocês, o qual era ansiado por todos os habitantes, originalmente só por conta do Concurso, porém, depois da sucessão de infortúnios, a chegada dos grupos de desafiantes passou também a ser vista como uma ligeira esperança para ajudar a reverter os problemas locais. — Por conta dessas calamidades todas, my lady Retha — disse Cael — a própria ideia do Concurso, que era pra ser uma festa, está agora comprometida. Então, precisamos apenas decidir até hoje a noite aqui [na taverna], se vamos permanecer no Concurso... ou abandoná-lo de vez. Afinal, somos o único grupo de desafiantes que chegou vivo. Isso é... bem triste. — lamentou.

Vanessah, que não poderia ficar quieta por muito tempo, diz, quando vocês saem para a rua da frente da Taverna dos 7 Mares: — Ahh, né! Mas ninguém mais tem coraçãozinho pra esse Concursinho bobo, né?? Tanta coisa pra fazer de bom aqui, minhas lindinhas e lindinhos!! Não vamos trabalhar a toa né...?? O que você acha, Retinha???....... AHHH!!! Mas porque tanto PEEESOOOOO?!?!? — ela olhava para você aflita. Você fica meio perdida, até que percebe algo de.... engraçado: Você tinha certeza que tinha deixado sua mochila de forja no quarto...! Só que não. Você estava tão habituada a carregar aquele monte de apetrechos pra lá e pra cá, ainda mais nesses últimos tempos de viagens incessantes, que você simplesmente era incapaz de tirá-la das costas, exceto talvez para dormir ou descansar! E tinha horas que até pra comer você não a retirava de si! Pois desta vez, foi algo assim e você começa a se lembrar vagamente: "Espera aí...! Acho que vou levar meu martelo de prata também; é tão leve...! Já sei! Vou levar as tenazes média... porque, nunca se sabe, né? O esmeril a manivela portátil é ótimo também de carregar...! E um pouco de carvão, vai que preciso fazer fogo forte e prolongado...! AH!! Quer saber? Vou levar a mochila de forja inteira então!" E foi algo assim que lhe sucedera, Retha a artesã. No entanto, se havia uma coisa com a qual você estava particularmente intrigada e receosa de deixar para trás, era aquela folha rasgada de um livrão empoeirado que você pegou de um baú do Pondé; nessa folha, havia a imagem de um Golem metálico, e algumas instruções sobre seu intrincado processo de forja. Um Golem, que é uma criação artificial poderosíssima, encantada magicamente; e tudo isso, por contraditório que pareça, não uma obra de magos ou feiticeiros, mas de artesãos lendários ancestrais, que resolveram deixar sua marca eterna no mundo! Então, de fato, aquela lista estava num dos bolsos laterais de sua mochila especial, e fazia um tempo já você não teve a ocasião de dar uma boa estudada nela... Será que esta saída agora vai ter tempo?
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O Reino da Vastidão de Além-Mar / Re:Capítulo Um - A Ilha dos Desafios
« Última Mensagem: por Wyczek Online Agosto 05, 2018, 08:47:35 am »


Iyas

Mmmm... Estas calças estão a 2 contos. Mas, com a atual liquidação, faço para você... por 1 conto e 5 escudos. — Era um valor relativamente acessível por uma peça de roupa com tanto tecido. No entanto, iria você fechar o negócio, mesmo não sabendo se iria ter condições de recuperar honestamente o dinheiro deste investimento, na Ilha dos Desafios?

De qualquer modo, o vendedor, pendendo a cabeça sobre a lista de compras a qual você expunha, e talvez intuindo sua dificuldade linguística, diz-lhe: — ­Mm. É no setor rural. Ali. — estendeu a mão direita para a porção do mercadinho que ficava à esquerda da fonte central, a Oeste, em que havia outros estandes, visivelmente com frutos grandes e legumes encaixados a mostra — Mas, o leite o senhor não vai encontrar hoje aqui. Mmm. — concluiu com inquietude.

Você já começava a supôr que ia ter mais problemas com essa lista do que gostaria...!
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O Reino da Vastidão de Além-Mar / Re:Capítulo Um - A Ilha dos Desafios
« Última Mensagem: por Ninna N. P. Gomes Online Julho 31, 2018, 12:50:27 am »
Ela conferia novamente o que levava consigo no corpo antes de sair para a cidade, sentindo-se satisfeita com a decisão tomada. Levava um pequeno saco contendo dinheiro, a cabaça vazia e as luvas, tudo atadas ao cinto simples de aldeã. A garota sorriu para Cael quanto recebia a resposta do elfo, confirmando a companhia

— Eba! Borra passear. Até reparou na atitude de Cael em pé arrumando a cama e depois olhou em direção à cama que usava. Ela não vendo necessidade de fazer o mesmo com a própria cama, mesmo que houvessem pessoas que pensariam diferente a primeira vista, Retha deu de ombros para a ideia. Depois que ela retoma a atenção a fada, talvez perdendo metade do que era falado. Tendo a Vanessah em seu ombro, a criança ponderava por um bocado de tempo sobre as opções.

— Hum... Ok-ok! Primeiro, para a praça central. Eu não sei vocês, mas eu quero descobrir qual é a desse desafio para nós antes de passear pela cidade. Estou curiosa! Depois decidimos, talvez dando um giro em todos os lugares.

A criança energética avançava sem muita cerimonia para a porta do quarto, todavia parando depois de abrir e olhando para Syllence. Ela queria fazer muitas perguntas, mas apenas uma foi proferida, pois as demais poderiam esperar. — Moça, quer alguma coisa da cidade?
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O Reino da Vastidão de Além-Mar / Re:Capítulo Um - A Ilha dos Desafios
« Última Mensagem: por JP Vilela Online Julho 30, 2018, 06:57:21 pm »
Citar
— Estamos em falta; de artigos de sua região; bem como de piratas. Mas, tenho ainda no estoque; chapeus assim. — insistiu na venda.

Aquele chapeuzinho além de ridículo para o senso de estética do mercenário do deserto não parecia algo que permaneceria na cabeça do sujeito durante uma situação de combate em que sua velocidade e energia explosiva eram utilizados frequentemente. Bem, ao menos estava contente que a grande criatura a sua frente teve a paciência de lhe atender mesmo não conseguindo se comunicar, e portando-se nada a altura esperada de pessoas com recursos para ostentar uma aparência como a do próprio vendedor.   

O forasteiro abaixou os olhos suspirando em decepção… quase melancólica, resmungando alguma coisa em seu idioma natal, difícil de entender sequer as sílabas utilizadas. Desenrolou aquela calça seu pescoço, e a estendeu em direção ao minotauro mercante, com a mão não machucada pela magia estranha de Cael:

- Quanto ser? - questionou levando os olhos, com uma expressão ainda interessada em fazer negócios. Aquela adversidade não seria capaz de frustrar os planos de um Lobo da Companhia. - Eu querer.

A cor era carmesim mas todas as calças que via ali eram igualmente coloridas se não mais berrantes, o tecido era mais grosso do que queria, mas suave o suficiente para seu gosto, aquilo deveria servir. 

Também queria aproveitar a oportunidade de ter encontrado alguém comunicativo logo de primeira e pegou a lista da mulher estranha, desdobrando o papel. Posicionou-se ao lado do vendedor, erguendo o papel com a mesma mão em estado normal que segurava a roupa:

- Onde eu comprar? - usando de assistência ao o questionamento a outra mão, que meneava em direção as outras barracas daquele mercado.

Matar logo aqueles dois coelhos com uma cajadada.
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O Reino da Vastidão de Além-Mar / Re:Capítulo Um - A Ilha dos Desafios
« Última Mensagem: por Wyczek Online Julho 29, 2018, 11:47:45 pm »


Retha e Cia.

É verdade que Syllence sempre pareceu bastante independente do grupo desde que a conheceu; mas alguma coisa na reação dela levava você a intuir, misteriosamente, de que havia algo a mais que passava através do espírito dela naquele momento. Mas pensar um pouco a respeito por alguma razão incompreensível lhe arracava um calafrio da espinha.

Cael fica visivelmente desconsertado com sua fala; se é que sequer a tinha entendido direito: — D-dormir duas vezes?? — disse. Então, de repente seus olhos pareciam procurar alguma outra coisa, mas logo parou de se inquietar e empenhou-se, respeitosamente, em se levantar da cama, frente às damas presentes naquele aposento. Suas mãos então rondam e tateiam sua cintura, mas não havia nada junto a seu corpo, então como que parecendo um pouco mais relaxado, diz, olhando para você e Vanessah: — My ladies, eu acompanharei vocês. — então, começa a arrumar a cama e a colocar os sapatos.

Vanessah já começa a pensar nos planos na cidadezinha antes do anoitecer: — Então, meus lindinhos e lindinhas! Vamos arrasar na cidade! Primeiro, vamos visitar várias lojas!! O mercado massivinho!... e fazer umas compras e gastar o dinheiro!! Depois, vamos visitar uns castelinhos! Ou quem sabe primeiro fazer turismo nas igrejinhas ou templinhos! AH! Mas tem as pracinhas também! E tem os montes ali do farol pra subirmos! Mas antes, tem a biblioteca dos livros mágicos que eu quero conhecer! Vamos então fazer uma expedição na Ilha dos Desafios bem antes do anoitecer! Aí a gente volta pra cá e toma o café da tarde às 18:00, e resolve a pendência com o Sr. Massivo-Graadmonz! Que tal?? Vamos, vamos!! Tchau, tchau, Syllencinha! Cuide bem da Allegro! Tchau Allegrinha, cuide bem da Syllencinha! — Vanessah sumia pra debaixo da cama aonde estava a criança, depois ressurgia e pousava, finalmente, no seu ombro. Mas você que escolhe a programação, Rethinha! Afinal não teria graça nenhuma se eu comandasse tudo! porque seria perfeito demais, né?! — revela orgulhosamente.
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O Reino da Vastidão de Além-Mar / Re:Capítulo Um - A Ilha dos Desafios
« Última Mensagem: por Wyczek Online Julho 29, 2018, 10:58:37 pm »


Iyas

Mmmmm — mugiu pensativo o minotauro comerciante. Alguma coisa em seu olhar parecia sugerir que ele entedia o que você solicitava.

Então, entrou pra dentro da lona numa parte obscura, e depois de alguns segundos morosos, ele retorna não com um shemagh senão com uma boina castanha-clara sem visor, e parando em sua frente, estende o produto com as duas mãos na sua direção, dizendo:

Estamos em falta; de artigos de sua região; bem como de piratas. Mas, tenho ainda no estoque; chapeus assim. — insistiu na venda.
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O Reino da Vastidão de Além-Mar / Re:Capítulo Um - A Ilha dos Desafios
« Última Mensagem: por Ninna N. P. Gomes Online Julho 29, 2018, 01:37:47 am »
Olho surpresa para Syllence, de costas para mim e os demais. "Talvez estivesse refletindo sobre o sonho ou os problemas pessoais. Quem poderia saber?" Fazia biquinho enquanto pensava, jogando a cabeça levemente para o lado e repousando as mãos no quadril. Todavia, minha atenção é tomada pelo elfo Cael e ouço cada sentença com um pequeno sorriso. Estava para lhe fazer várias perguntas, mas não parecia apropriado diante daquele rosto neutro, ainda mais quando o próprio admitia que não recordava muito. Quando a pergunta foi proferida por ele, dou de ombros:

— Eu não contei o tempo, mas tive a impressão que passou rápido. Sem falar que você acordou e dormiu duas vezes. Dava uma risada com a declaração, mas ela ficou mais larga quanto a tentativa da fada em pronunciar o nome corretamente. Contive a risada com uma mão a boca e balançando a outra. — Ok, vamos para o centro, hahaha!... Ai, ai... Senhor Cael, você vem conosco ou vai ficar? Enquanto perguntava, aproximava da mochila e puxava a bolsa de dinheiro e a cabaça para encher de água mais tarde. Já havia esquecido uma vez e dessa vez ela não deixará passar.
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O Reino da Vastidão de Além-Mar / Re:Capítulo Um - A Ilha dos Desafios
« Última Mensagem: por Wyczek Online Julho 25, 2018, 02:58:11 pm »


Retha e Cia.

Uma voz familiar próxima à janela respondia com um ar sério:

Eu é que vou cuidar dela! — era Syllence que também tinha despertado, e embora parecesse sentir algum desconforto num de seus braços o qual enlaçava com a outra mão, a Drow parecia, assim como os demais, ter perdido o cansaço aterrador de antes. Agora, ela fitava através da janela, em silêncio, dando as costas a vocês.

Cael, ainda sentado na cama, tentando compreender o occorido, passava a mão nos cabelos ajeitando-os como podia, diz a você, talvez lembrando-se de suas interrogações:

My lady Retha...! Lembro-me do que sonhei...: eu estava no fundo do mar... e eu estava... Respirando! Mas... durou tão pouco tempo... — seu rosto parecia inicialmente perplexo, talvez inconformado de um sonho bom que tivesse sido interrompido subitamente na melhor hora, porém sua expressão parecia ao mesmo tempo solene, não esbanjando nenhum sorriso ou aflição, como se sua mente ainda estivesse transitando de um mundo dos sonhos para o outro mundo, real — Acordamos assim tão depressa, mesmo? — olhou para você, erguendo uma sobrancelha.

Ai, que lindinha!! Você vai ficar cuidando sozinha da nossa Allegrinha enquanto nós vamos passear em Arke... Arkhuário.. AAKH!! ARKHÓREAS?!!!! — bradou Vanessah a Syllence; que pouco fez menção de responder, exceto talvez com um breve e lento movimento assertivo com a cabeça.
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